EGO

Janeiro 31, 2007

EGO - Destruction

Ego ou Eu é o centro da consciência, é a soma total dos pensamentos, idéias, sentimentos, lembranças e percepções sensoriais. É a parte mais superficial do indivíduo, a qual, modificada e tornada consciente, tem por funções a comprovação da realidade e a aceitação, mediante seleção e controle, de parte dos desejos e exigências procedentes dos impulsos que emanam do indivíduo. Obedece ao princípio da realidade, ou seja, à necessidade de encontrar objetos que possam satisfazer ao id sem transgredir as exigências do superego. O ego, diz Freud, é “um pobre coitado”, estando reprimido entre três escravidões: os desejos insaciáveis do id, a severidade repressiva do superego, e os perigos do mundo exterior. Por esse motivo, a forma fundamental da existência para o ego é a angústia. Se se submeter ao id, torna-se imoral e destrutivo; se submeter ao superego, enlouquece de desespero, pois viverá numa insatisfação insuportável; se não se submeter ao mundo, será destruído por ele. Cabe ao ego encontrar caminhos para a angústia existencial. Estamos entre o limite do prazer(que não conhece limites) e o princípio da realidade (que nos impõem limites externos e internos).

Para Jung, o Ego é um complexo; o “complexo do ego”. Diz ele, sobre o Ego: “É um dado complexo formado primeiramente por uma percepção geral de nosso corpo e existência e, a seguir, pelos registros de nossa memória. Todos temos uma certa idéia de já termos existido, quer dizer, de nossa vida em épocas passadas; todos acumulamos uma longa série de recordações. Esses dois fatores são os principais componentes do ego, que nos possibilitam considerá-lo como um complexo de fatos psíquicos.”

O Ego em sua função básica à natureza humana é a consciência da sobrevivência, é o limite da consciência entre o instinto de doar-se a uma causa ou a uma verdade rígida (Superego)e o da própria sobrevivência humana como indivíduo. É importante salientar que a função do EGO é ignorada e portanto este tantas vezes é utilizado de forma exacerbada, errônea e inconsequente, mas que é acima de tudo uma função na composição mental do indivíduo.

by Wikipedia.


Trilogia Analítica

Janeiro 30, 2007

A Trilogia Analítica (Psicanálise Integral)

A. O Problema

Vários problemas assolam a humanidade desde que ela existe. Muitos desses problemas se transformam de tempos em tempos. Alguns são parcialmente solucionados e outros novos aparecem gradativamente, acumulando-se aos anteriores.

Doenças, fome, pobreza, guerras, neuroses, vícios, subdesenvolvimento generalizado, injustiças, exploração, escravização do povo pela minoria do poder – tudo isso campeia a vida neste planeta, de norte a sul, de leste a oeste. Porém, é mais do que sabido e comprovado que a Terra tem todos recursos naturais necessários para que todos os seres humanos vivam muito bem e em abundância. O homem tem condições de, em pouco tempo, usar sua inteligência, criatividade e trabalho para obter um desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social e econômico a nível interplanetário, obtendo grande felicidade.

A fome e a doença já deveriam estar banidas da face da Terra; já poderíamos estar viajando pelo universo há muito tempo, caso nossos recursos fossem bem utilizados; e a qualidade de nossas vidas deveria ser elevadíssima – bastaria que o ser humano (o povo) fosse informado e se conscientizasse das últimas descobertas científicas, principalmente as trilógicas, e adotasse uma atitude trilógica, unificando os campos da ciência, filosofia e espiritualidade numa ação voltada à conscientisação e correção da psicossociopatologia.

Texto retirado do Livro: “ABC da Trilogia Analítica – Psicanálise Integral”, autora: Cláudia Bernhardt Pacheco.